Agosto 28, 2007

One by one we fall

Porque este cantinho só fazia sentido com as 4, eu também digo adeus. Adorei a experiência, principalmente por ter sido com vocês: F'ica, Dragon e Axgan. A todos os que (ainda) nos liam, obrigada. Um beijinho grande

Agosto 23, 2007

it has been a pleasure

Depois de algum tempo aprendemos a subtil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. Aprendemos que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começamos a aprender que beijos não são contractos nem presentes, não são promessas. E começamos a aceitar as nossas derrotas de cabeça erguida e olhos adiante, com uma graça de adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprendemos a construir todas as estradas no hoje, porque o terreno de amanha é demasiado incerto para planos estabelecidos. Depois de algum tempo aprendemos que o sol queima se ficarmos expostos muito tempo. E aprendemos que não importa o quanto nos importamos, porque algumas pessoas simplesmente não se importam...
E aceitamos que não importa quão boa seja uma pessoa, porque esta vai ferir-te de vez em quando, e que temos que desculpá-la por isso. Aprendemos que falar pode aliviar as dores emocionais. Descobrimos que levam-se anos a construir confiança e que pode levar apenas uns segundos para destruí-la, e que se pode fazer coisas num instante, das quais nos podemos arrepender para o resto da vida.
Aprendemos que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distancias. E que o que importa não é o que se tem da vida, mas o que se tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprendemos que não temos que mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam. Descobrimos que as pessoas com quem mais nos importamos são-nos tiradas depressa demais, por isso, devemos deixá-las sempre com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vimos. Aprendemos que as circunstancias e os ambientes têm influência sobre nós, mas que somos responsáveis por nós próprios. Começamos a aprender que não nos devemos comparar com os outros, mas com o melhor que se pode ser. Aprendemos que não importa onde chegámos, mas onde nos dirigimos. E se não sabemos para onde nos dirigimos, qualquer lugar serve... Descobrimos que só porque alguém não nos ama da maneira que queremos ser amados, não significa que esse alguém não nos ame com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprendemos que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes temos que nos perdoar a nós próprios. Aprendemos que com a mesma severidade com que se julga, seremos, numa certa altura, condenados.* Adeus amigos, que me vou. Mas não chorem, novos encontros serão marcados. Tudo muda e tudo se altera e é nesse contexto que me despeço. Obrigada, do coração, a todos os que me apoiaram. Levo-os para sempre. I’ll be around: dragonfly_space@yahoo.es
*lido por aí

Julho 09, 2007

U can run, but u can't hide

Elas existem, estão aí, e não vão desaparecer. Fazem parte deles, é também por causa delas que eles são como são (e nós até gostamos deles assim, certo?). A verdade é que nós também temos os nossos. E pior: também as somos, para alguém. Os fantasmas, as omnipresentes, as ex-namoradas.
Não temos de odiá-las, mas odiamos. Também não temos de as adorar, era impossível! Há ex-namoradas de vários tipos. As que os encornaram e/ou lhes partiram o coração, que os deixaram magoados (sim, porque já se sabe que eles ficam com aquilo bem recalcado para o resto da vida, ainda que o episódio se tenha passado na pré-primária). Gato escaldado, a cada insegurança o nome dela vem à conversa, em tom de comparação/acusação. Explica-se uma vez que somos diferentes, explicam-se duas, à 3ª já estamos capazes de cometer assasínio à menção do seu nome. Estas são das piores. São as que não desaparecem, as que lhes assombram os pesadelos e, por consequência, afectam o nosso sono.
Há as super-queridas, que as sogras adoravam, que toda a gente achava que era a mulher da vida deles. Grrrrrrr..... Não há sensação pior do que conhecer os amigos dele, a família, e sentir que TODA a gente nos está a analisar, a comparar, a comentar que “esta não tem nada a ver com a Joaninha, ela era tão querida, faziam um par a-mo-ro-so”. Ódio, muito ódio. A nossa vontade é mandá-los todos passear, mas o nosso bom senso obriga-nos a ser extra-queridas para provar a toda a gente que a Joaninha ao nosso lado era um fiasco.
Há também as recorrentes. As que foram namoradas e deixaram de ser 10 vezes ao longo dos anos. E, geralmente, a última vez foi mesmo antes de nós aparecermos, sorte a nossa. Nesta alínea junto também as que foram “dumped” por eles, e que ainda os querem. São ambas uma constante ameaça. Porque ainda estão frescas na memória, porque ainda há shampôs delas nas casa de banho deles, porque ainda telefonam e mandam mensagens, nomeadamente a meio da noite. E porque nós corremos o risco de ele a encontrar numa qualquer discoteca e a noite acabar... em casa dela. E e nossa nova relação que até estava a ter piada, fica por aí, onde ainda mal começou.
Por último temos as namoradas de anos e anos, que hoje em dia são amigas, daquelas que vão almoçar com eles e tudo. Estas, dê por onde der, temos de ter como aliadas. Porque elas protegem-nos mais que as mãezinhas deles. E porque facilmente nos boicotam a relação. Keep your friends close, and your enemies closer.
No meio disto tudo, temos sempre os nossos ex-namorados a darem-lhes a eles as mesmas dores de cabeça, e ciúmezinhos que nós temos com as ex’s deles. E sim, nós temos com certeza um que nos deixou, um que foi deixado, um de anos e anos, um amigo... e um recorrente, que não nos larga. E o melhor que temos a fazer é pensar que o nosso mais-que-tudo vai dar às ex’s a mesma atenção que nós damos aos nossos (e isto agora pode ser bom ou mau, consoante o que pesa a nossa consciência!).

Junho 25, 2007

I love you, and only you

Ao contrário do que se possa pensar, a vida ensinou-me a ser muito pouco radical nestas questões. Se me perguntassem há uns anos, era a 1ª a criticar. Inifidelidade era TUDO o que envolvesse “contacto” com 3ªs. Para além dos beijos e afins, o tudo implicava mensagens, telefonemas, cafés, conversetas na noite, e até uma troca de olhares mais... “gulosa” (o tempo que eu gastei para chegar a este adjectivo tão descritivo!). Era possesiva, desconfiada, ciumenta, e tinha uma visão muito limitada em relação à questão. Numa palavra: insegura.
Hoje, as coisas não são assim tão lineares. Traí, sim, mais do que uma vez. Por mensagens, por olhares, pelas ditas conversetas, até por beijocas numa noite de estupidez. Quem nunca o fez, que atire a 1ª pedra. Traí. E aprendi. Aprendi que somos humanos, e que é impossível não se olhar, não ter curiosidade em conhecer outras pessoas.
Que ninguém pense que estou a defender a infidelidade, o que seria! A minha “zona cinzenta” acaba aqui. Confio em mim e, se tenho uma relação, é porque acredito nela. Adoro programinhas com o namorado, da mesma maneira que defendo as saídas com amigos separadamente. E sim, nessas noites sei que vai olhar para outras. E sei que até pode meter conversa com uma ou outra. Mas também sei que não vai passar disso, que na balança eu peso mais, tanto mais que a conversa não passa disso, uma conversa. E até pode servir para o relembrar que as conversas comigo são bem mais importantes. Se passar disso, também digo: não perdoo. Da mesma maneira que quando o fiz, acabei imediatamente a relação. Porque se aconteceu, foi porque o que eu tinha não me completava. E porque não tinha para mim o valor que devia ter, enquanto relação: o de incondicional. E ao contrário a mesma coisa: uma outra rapariga foi escolhida nem que seja para uns beijinhos em vez de mim, é porque não me foi dado o valor que eu tenho. E eu mereço quem dê, porque assim também o faço.
E eu também vou sair. E também vou olhar. E eventualmente até vou conversar. Mas que, at the end of the day, é com quem estou que quero estar. Porque já não tenho idade para estar a meio gás, para estar sem ter a certeza que quero estar a 100%. E, se as dúvidas surgirem, é altura de reconsiderar a minha felicidade.... e começar de novo.
(sim, estive para escrever um texto para ti, a dizer que acho que as mensagens que me mandas e as coisas que me dizes, ao mesmo tempo que tens namorada, são uma traição bem maior do que qualquer beijinho ou até sexo. E que está mais que na altura de reconsiderares a tua felicidade, sozinho. Mas não te ia dizer nada que tu não soubesses...)

Junho 23, 2007

Votem!

Meus queridos visitantes da blogosfera, votem :)

Junho 11, 2007

Onde está o erro?

Hum, a infidelidade...

Até hoje, e não me orgulho nada disso, fui infiel uma única vez! Não foi estudado, tão pouco calculado, apenas aconteceu! E o facto de ter acontecido e ter passado por essa experiência, ou seja, estar do lado de quem trai, fez-me ter uma ideia do porquê das traições... Não as verdades absolutas, antes, as minhas verdades!
Durante a noite em que trai o meu namorado, nunca me passou pela cabeça o quanto o estava a magoar, as consequências do que estava a acontecer, muito menos do que nos unia! Então mas porque é que aconteceu, onde foi que me perdi? E cheguei à conclusão que aquilo que me unia ao LitleLife não era suficiente para manter uma relação, que fui infiel por não gostar dele, por não fazer qualquer sentido continuar com ele!
Não minto se vos disser que nunca me tinha passado pela cabeça acabar, simplesmente, o facto de me ter sentido atraida por outra pessoa, fez-me parar para pensar e tirar as conclusões... foi o que fiz!!!
Não cheguei a contar, quando estavamos a terminar o namoro, por saber que, uma vez que não havia volta, não queria magoar, e então omiti, não por pena, mas por respeito à imagem dele, que eu desrespeitei... e acreditem que não fiquei muito bem com a minha consciência, quando me apercebi do que tinha feito...
Após ponderar, considerei que seria melhor que ele não viesse a saber, o facto é que nunca soube e hoje em dia damo-nos bem... se tivesse contado, como é que as coisas teriam corrido? Nem penso nisso!
Tenho, agora, uma postura diferente, por um lado por sentir que este namoro é diferente, é com ele que quero iniciar um projecto de vida, a 2, a 3, a 4, os que vierem, com limitações, é claro...!! E com o Pipo quero ser feliz... e evito qualquer tipo de relação próxima com quem não conheço, no trabalho, na noite, enfim, para que não existam confusões!

Maio 29, 2007

Os mais atentos poderão, rapidamente, identificar-me como uma pessoa ciumenta. Foram várias as referências que me denunciaram. Reconheço-me o título. Reconheço-me insegura. E reconheço-me incapaz de distinguir uma simples conversa de uma jogo de engate.
Ainda assim, acho que, no que toca à separação do que é aceitável ou não, sou bastante ponderada. Como disse num post qualquer, acredito em limites e principalmente acredito, que estes devem ficar estabelecidos desde cedo, só assim, poderá resultar uma relação. São duras as minhas limitações, mas o ónus da decisão, entre aceitar ou não, fica com a pessoa supostamente interessada. Não cedo. Já não cedo. Não quero mesmo ceder. Nunca mais.
Falarei de mim, porque me peso na mesma balança. Na minha vida não existem circunstâncias dúbias, procuro clarificar todos os contextos que levantem inseguranças.
Não há espaço para novidades. A meu ver, qualquer tentação poderia ser facilmente evitada não tivessem sido criadas situações que provocassem isso mesmo. “Quem não procura não acha”, e a verdade é esta!!! Não me escondo atrás de mentiras ou omissões. Tenho muitos amigos do sexo oposto mas jamais me poderão acusar de proximidades exageradas, gosto de sair à noite mas porque ADORO dançar e não há outras intenções. E é assim a vida me carrega, sem segundas intenções.
A verdade é que acredito que, numa relação, devo ser fiel a quem está ao meu lado mas principalmente fiel a mim mesmo porque se digo amar alguém não terei espaço para mais ninguém. Assim se me perguntares quais são os meus limites, poderia responder-te dizendo que qualquer acto omitido ou mentido, é traição. Ou que qualquer intenção não concretizada, é traição. Ou ainda que qualquer intenção concretizada, é traição ou, para finalizar, que qualquer não intenção concretizada, é traição. Mas prefiro definir os meus limites com a seguinte pergunta: Se fosse ao contrário, como te sentirias? Esta é a barreira dos meus limites.

Maio 23, 2007

Ó gente do nosso blog:

Se eu fosse uma hora do dia, seria ...12:00
Se eu fosse um astro, seria... a lua (muito cusca...)
Se eu fosse uma direcção, seria...sul ( sempre em direcção ao calor)
Se eu fosse um móvel, seria ... cómoda (guardam os melhores segredos)
Se eu fosse um liquido, seria... água diamante. (verbo goolegar para quem não sabe o que é)
Se eu fosse um pecado, seria ...a preguiça
. Se eu fosse uma pedra, seria ... pérola- pedra das bodas de perola (30 anos de casório).
Se eu fosse uma árvore, seria ...Romãzeira, símbolo da fecundidade.
Se eu fosse uma fruta, seria ...o morango, porque é sempre bom.
Se eu fosse uma flor, seria ... malmequer...porque há sempre o oposto.
Se eu fosse um clima, seria ... o clima tropical.
Se eu fosse um instrumento musical, seria ...uma viola.
Se eu fosse um elemento, seria ...ar (Aquário)
Se eu fosse uma cor, seria ... verde! Taça?
Se eu fosse um animal, seria ...leoa.
Seu fosse um som, seria... o da chuva.
Se eu fosse música, seria ... bumbum como é bom ser lélé da xuxa. :)
Se eu fosse estilo musical, seria.. obviamente uma clássica balada.
Se eu fosse um sentimento, seria ...a amizade.
Se eu fosse um livro, seria ... "a era da serenidade"
Se eu fosse uma comida, seria...linguado delícia no belo Guincho!
Se eu fosse um lugar, seria... uma ilha grega no Mar Egeu, tem o melhor pôr-do-sol do mundo!
Se eu fosse um gosto, seria... o da àgua tónica.
Se eu fosse um cheiro, seria ...o de África.
Se eu fosse uma palavra, seria ... vida!
Se eu fosse um verbo, seria ... rir!
Se eu fosse um objecto, seria... uma caneta com tinta eterna para poder escrever, escrever, escrever....
Se eu fosse peça de roupa, seria ... umas jardineiras.
Se eu fosse parte do corpo, seria... os ombros.
Se eu fosse expressão facial, seria... um sorriso.
Se eu fosse personagem de desenho animado, seria... o bocas! lol estava sempre a curtir...
Se eu fosse filme, seria ... my best friends wedding! vejo-me nesse filme com os meus melhores amigos todos...lol
Se eu fosse forma, seria ... uma quadrado ( base para uma bela casa...)
Se eu fosse número, seria ... 7. Eu, o meu futuro marido e os nossos 5 filhos.
Se eu fosse estação, seria ... o verão em qualquer lado!
Se eu fosse uma frase, seria ... esta é difícil mas vou por a do momento: Para que nada nos amarre e que nada nos una.

Maio 22, 2007

E se a minha Avó tivesse rodas, era uma bicicleta!

Se eu fosse...
Se eu fosse uma hora do dia, seria ... a hora do almoço.
Se eu fosse um astro, seria... a Lua, com as suas fases.
Se eu fosse uma direcção, seria... Oeste, onde está o mar.
Se eu fosse um móvel, seria ... Um sofá, daqueles enormes e ultra confortáveis, cheios de almofadas.
Se eu fosse um liquido, seria... Uma caipiroska de morango.
Se eu fosse um pecado, seria ...a gula!
Se eu fosse uma pedra, seria ... aquelas grandes, da areia dos Salgados.
Se eu fosse uma árvore, seria ... um pinheiros. Cheiro bem, mas pico!
Se eu fosse uma fruta, seria ... melancia. Fresquinha, mas indegesta! (hoje estou um poço de piadinhas parvas)
Se eu fosse uma flor, seria ... uma flor japonesa.
Se eu fosse um clima, seria ... um muito pouco temperado. Tipo tropical, com calor mas com tempestades de chuva quando ninguem está à espera.
Se eu fosse um instrumento musical, seria ... um saxofone.
Se eu fosse um elemento, seria ...Terra!
Se eu fosse uma cor, seria ... verde seco.
Se eu fosse um animal, seria ... um pinguim.
Seu fosse um som, seria ... um suspiro. Passo a vida a suspirar.
Se eu fosse música, seria ... Say Goodbye, Dave Matthews Band (a 1ª resposta que me saiu sem pensar).
Se eu fosse estilo musical, seria.. uma mistura de Bossa nova, com Pop Rock, com Kuduro progressivo, com Funk.
Se eu fosse um sentimento, seria ... todos em excesso.
Se eu fosse um livro, seria ... Amor em tempos de cólera.
Se eu fosse uma comida, seria ... um gelado de limão.
Se eu fosse um lugar, seria ... Lisboa.
Se eu fosse um gosto, seria ... o do dedo no fim da lata de leite condensado.
Se eu fosse um cheiro, seria ... o do creme da praia. Ou o da padaria no fim da noite.
Se eu fosse uma palavra, seria ... Saudade. Ou serendipity.
Se eu fosse um verbo, seria ... Ser.
Se eu fosse um objecto, seria ... um anel.
Se eu fosse peça de roupa, seria ... umas havaianas e um biquini no Verão, e uma camisola de gola alta e uns ténis no Inverno.
Se eu fosse parte do corpo, seria ... qualquer uma, mas tatuada.
Se eu fosse expressão facial, seria ... a da birra.
Se eu fosse personagem de desenho animado, seria... Happy Tree Friends!
Se eu fosse filme, seria ... Dirty Dancing. Nobody puts Baby in a corner!
Se eu fosse forma, seria ... um triângulo.
Se eu fosse número, seria ... 2.
Se eu fosse estação, seria ... Verão, verão e mais verão!
Se eu fosse uma frase, seria ... Achas que sim??

Maio 21, 2007

E se eu fosse...

  • Se eu fosse uma hora do dia, seria ...o “ocaso” (nome da hora do pôr do sol)!
  • Se eu fosse um astro, seria... Saturno, porque tem anéis e eu sou pirosa!
  • Se eu fosse uma direcção, seria...(des)norte(ada), pode ser?
  • Se eu fosse um móvel, seria ... uma chaise long!
  • Se eu fosse um liquido, seria... chá de baunilha!
  • Se eu fosse um pecado, seria ...A preguiça, e da aguda mesmo!!!
  • Se eu fosse uma pedra, seria ... uma sugilite (confesso!! Não tenho nenhuma pedra preferida, fui ao wikipedia, e esta tinha o nome mais catita, pronto!!!)
  • Se eu fosse uma árvore, seria ... um Quercus suber (vulgo Sobreiro), ou não fossem as minhas origens alentejanas (reparem que remota à preguiçite)
  • Se eu fosse uma fruta, seria ...uma amora silvestre!
  • Se eu fosse uma flor, seria ... uma margarida!
  • Se eu fosse um clima, seria ... bem ameno!
  • Se eu fosse um instrumento musical, seria ...um piano!
  • Se eu fosse um elemento, seria ...o fogo!
  • Se eu fosse uma cor, seria ... preto saphire!
  • Se eu fosse um animal, seria ... um leão!
  • Seu fosse um som, seria... o das ondas!
  • Se eu fosse música, seria ... “Khmer”, Nils Petter Molvaer
  • Se eu fosse estilo musical, seria.. “Indie Rock”
  • Se eu fosse um sentimento, seria ... Paixão
  • Se eu fosse um livro, seria ... “O meu pé de laranja lima”
  • Se eu fosse uma comida, seria...NAN
  • Se eu fosse um lugar, seria... a Comporta!
  • Se eu fosse um gosto, seria... a massa dos bolos de chocolate!
  • Se eu fosse um cheiro, seria ... Água de colónia Johnson (das antigas)!
  • Se eu fosse uma palavra, seria ... "ACORDA!"
  • Se eu fosse um verbo, seria ... “QUERER”
  • Se eu fosse um objecto, seria... um Moleskine!
  • Se eu fosse peça de roupa, seria ... uma camisola de capuz!
  • Se eu fosse parte do corpo, seria... umas covinhas nas costas!
  • Se eu fosse expressão facial, seria... a risada total!
  • Se eu fosse personagem de desenho animado, seria... BART SIMPSON!!!
  • Se eu fosse filme, seria ... “Pulp Fiction”
  • Se eu fosse forma, seria ... irregular!
  • Se eu fosse número, seria ... 5
  • Se eu fosse estação, seria ... Nasci no pico do verão, amo calor, quero praia... Do I need to say more?
  • Se eu fosse uma frase, seria ... “baibi, do you love me?”